quinta-feira, 31 de março de 2011

Ainda á de vir...

Região Serrana tem 700 encostas que podem desabar no RJ, diz relatório

Um relatório do governo do estado do Rio faz um alerta às sete cidades da Região Serrana atingidas pelas chuvas, em janeiro. O levantamento aponta que 700 encostas podem desabar. A maioria, em Nova Friburgo, onde teve o maior número de mortos.

Nos documentos estão detalhadas todas as ações de contenção que devem ser feitas em cada localidade atingida. Em Nova Friburgo, foram mapeados 431 deslizamentos.

No bairro Três Irmãos, por exemplo, a obra está estimada em mais de R$ 40 milhões, uma das mais caras. “A gente fica na casa de um, na casa de outro, a gente não tem tranquilidade”, disse a costureira Carla Fariseu, moradora do local, fortemente atingido pelo temporal. Segundo os moradores, muito ainda precisa ser feito para que a comunidade se sinta segura.

De posse do estudo, a prefeitura vai analisar as propostas e traçar prioridades. O engenheiro da subsecretaria de reconstrução da Região Serrana, Beraldo Soares, informou que todas as sete cidades atingidas receberam um relatório. Eles aguardam agora o retorno dos municípios, para dar andamento aos projetos.

“Identificadas as prioridades, nós vamos partir para uma segunda fase, que são os projetos executivos, para que as obras possam ser licitadas”, afirmou ele.

Passa de 900 número de mortos após chuva Chega a 911 o número de mortos na Região Serrana, desde a enxurrada de 11 de janeiro, de acordo com as prefeituras dos municípios mais afetados pelas chuvas do mês passado.

Em Teresópolis, há 382 mortos. Nova Friburgo registra 428 vítimas, enquanto que em Petrópolis já foram resgatados 72 corpos. Também houve 22 mortes em Sumidouro, 6 em São José do Vale do Rio Preto e 1 em Bom Jardim.

Desaparecidos.

Região Serrana do RJ ainda tem 345 desaparecidos após chuvas, diz MP

Mais de dois meses após a tragédia da chuva na Região Serrana do Rio, 345 pessoas permanecem desaparecidas segundo dados do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). De acordo com o MP, há registros de desaparecimentos em pelo menos quatro cidades da região.

Ainda segundo o Ministério Público, Teresópolis é a cidade com o maior número de desaparecidos: 180. Em Nova Friburgo, 85 casos de desaparecimento foram registrados, enquanto em Petrópolis, 47 pessoas continuam desaparecidas.

O MP informou ainda que o município de Sumidouro registra um desaparecimento e 32 pessoas seguem desaparecidas em outras localidades da Região Serrana.

Mortos passam de 900
A enxurrada de 11 de janeiro que atingiu as cidades da Região Serrana já deixou 916 mortos, de acordo com as prefeituras dos municípios mais afetados pelas chuvas.

Em Teresópolis há 386 mortos. Nova Friburgo registra 428 vítimas, enquanto que em Petrópolis já foram resgatados 73 corpos. Também houve 22 mortes em Sumidouro, 6 em São José do Vale do Rio Preto e 1 em Bom Jardim.

Destruição e chuva

Chuva espalha destruição na Região Serrana do Rio de Janeiro.

As chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro mataram no total 271 pessoas desde terça-feira (11). Em Teresópolis, a cidade mais atingida, morreram 130 pessoas no que o governo do estado chegou a descrever como a maior tragédia da história da cidade. Em Nova Friburgo, morreram 107 pessoas, de acordo com o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Em Petrópolis, os mortos são 34, a maioria deles no Vale do Cuiabá, no Distrito de Itaipava.

A infra-estrutura da região foi atingida com severidade. Houve falta de luz, telefone e transporte nas três cidades. Bairros inteiros ficaram isolados e só na noite desta quarta-feira (12) equipes de resgate começaram a dar conta da catástrofe em algumas das áreas mais atingidas. Em um desses esforços, foi resgatado com vida, sem arranhões, um bebê de seis meses de idade em Friburgo. À noite, em Teresópolis, as buscas foram suspensas por falta de iluminação.

Oitocentos homens da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros tentam localizar desaparecidos em Teresópolis. O secretário do Ambiente do estado do Rio de Janeiro, Carlos Minc, classificou a chuva como a "maior catástrofe da história de Teresópolis". “Não foi possível escolher o que ia cair. Casa de rico, casa de pobre. Tudo foi destruído”, disse a empregada doméstica de 27 anos, Fernanda Carvalho.

A prefeitura designou dois abrigos para receber desabrigados: o Ginásio Pedrão, no Centro de Teresópolis, com capacidade para 800 pessoas, e um galpão n o Bairro Meudon, onde podem ser alojadas 400 pessoas. Os desalojados na cidade são 1280 e os desabrigados, 960.

Os bairros mais atingidos em Teresópolis foram Bonsucesso, Caleme e Biquinha. Também registraram vítimas Poço dos Peixes, Vale Feliz, Fazenda da Paz, Posse, Paineiras, Jardim Serrano, Parque do Imbuí, Granja Florestal e Barra do Imbuí, Pessegueiros e Salaquinho.

Em Nova Friburgo, a maior parte das vítimas morava no bairro de Conselheiro Paulino. A chuva forte deixou a cidade sem sinal de telefonia, sem luz e sem transporte nest a quarta (12). À tarde, moradores perambulavam pela cidade cheia de lama sem saber o que fazer. O ginásio de uma escola estadual é usado como necrotério.

O trabalho de resgate das vítimas da tragédia causada pela chuva na cidade é reforçado por homens do Grupamento de Busca e Salvamento que atuaram no Morro do Bumba, em, Niterói, em Angra dos Reis e no Haiti. À noite, integrantes desse grupamento res gataram com vida um bebê de seis meses de idade. Também res gatado com vida, o pai dele passou 15 horas soterrado, abraçado ao filho.

A Defesa Civil da prefeitura de Petrópolis explica que “toda vez que chove muito nos municípios de Teresópolis e Nova Friburgo, a água que desce da serra provoca o transbordamento do rio Santo Antônio, causando os alagamentos”.

Em resposta a um pedido do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, a Marinha colocou à disposição dois helicópteros (um Esquilo e um Super Puma) para o transporte de pessoal e equipamentos dos bombeiros. Esses helicópteros se juntam a outros cinco do governo do estado na missão de carregar equipes e equipamentos serra acima.

O vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, está na Região Serrana acompanhando o trabalho de resgate a vítimas. Cabral visita a região na quinta.

Na noite de quinta, a presidente Dilma Rousseff assinou uma medida provisória que destina R$ 780 milhões para os municípios do Rio de Janeiro e São Paulo atingidos pelas chuvas. Na quinta-feira (13), ela vai sobrevoar de helicóptero a região fluminense.

Rodovia no Japão

Japão reconstroi rodovia destruida em seis dias Estrada fica em Naka, na província de Ibaraki. Foi recuperado trecho de 150 m que faz ligação com Tóquio.

Uma rodovia destruída pelo terremoto do dia 11 de março em Naka, na província de Ibaraki, no norte do Japão, foi reconstruída em apenas seis dias pela empresa responsável. Foi recuperado um trecho de 150 metros que faz ligação com a capital Tóquio.

Imagem tirada no dia 11 de março mostra rodovia destruída por terremoto em Naka. (Foto: AP)


Imagem feita no dia 17 de março mostra a rodovia já restaurada. (Foto: AP)


" Melhor que a dutra,chaia de pedagios e etc.." diz Kend

Japão

Um forte terremoto de magnitude 8,9 atingiu nesta sexta-feira (11) a costa nordeste do Japão, segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS), matando ao menos 60 pessoas no país e gerando um tsunami (onda gigante com potencial destrutivo) que ameaça países da costa do Oceano Pacífico.

O tremor foi o 7º pior da história, segundo a agência americana, e também o pior já registrado na história do Japão.

Imagens de TVs locais mostram que o abalo provocou um tsunami, que alcançou áreas da cidade japonesa de Sendai. Carros e barcos foram arrastados, em imagens impressionantes. Um vídeo da TV local mostrou a onda gigante arrastando carros em sua chegada à costa.

http://www.youtube.com/watch?v=0W8iAeRAWMM

Logo após o tremor, um alerta para ondas de até seis metros de altura foi emitido no país. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, agência americana, também emitiu um alerta para vários países, de onda de até dez metros. Vários governos emitiram alertas e alguns ordenaram a retirada de moradores de áreas costeiras.

Ondas "pequenas" atingiram as Filipinas horas depois do terremoto, informou o sismólogo chefe do país.

A Indonésia também informou que não houve danos na chegada das ondas, e o governo levantou o alerta. A ilha de Guam, território americano do Pacífico, já levantou o alerta.

As ondas alcançaram 1,5 metro nas ilhas Midway, segundo o centro. A estação de monitoração disse que era impossível prever a altura das ondas que já começavam a chegar ao Havaí, segundo a TV local.


60 Mortes no Japão.

A Polícia Nacional afirmou que pelo menos 60 pessoas morreram, 56 estavam desaparecidas e 241 ficaram feridas, mas os danos eram tão grandes que iria demorar para se ter uma cifra definitiva. A imprensa local fala em muitas mais mortes registradas. A agência semioficial Jiji Press relatava que entre 200 e 300 corpos foram achados na costa da cidade de Sendai.

O tremor teve epicentro no Oceano Pacífico a 130 km da península de Ojika, no Japão, a uma profundidade de 24 km, considerada baixa.

Ele ocorreu às 14h46 (hora local, 2h46 de Brasília) e foi seguido por pelo menos outros 52 fortes tremores de magnitude superior a 5, segundo o USGS, agência americana que monitora e estuda tremores pelo mundo. O governo japonês emitiu um alerta sobre o risco de fortes réplicas.


Premiê pede calma

O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, qualificou como "grandes" os danos causados pelo abalo. Kan pediu "calma" à população. Ele estava no Parlamento na hora do tremor. Foram registrados incêndios em pelo menos 80 lugares, segundo a agência Kyodo.

O terremoto sacudiu com força os edifícios de Tóquio. Alarmes foram disparados nos prédios, houve correria, e as linhas telefônicas ficaram bloqueadas.

As autoridades japonesas pediram aos moradores da capital que fiquem no centro da cidade e que não tentem chegar a suas casas se vivem nos arredores. O transporte coletivo entrou em colapso na capital

A parede de água entrou quilômetros adentro pela costa da ilha de Honshu, arrastando casas e transformando os portos em cenários de desoladora devastação.

Nas áreas rurais próximas, a onda varreu as frágeis casas de madeira como se fossem de papel, e em questão de minutos devorou centenas de hectares de plantações.

Em Aomori, no extremo norte da ilha, pelo menos cinco embarcações grandes, algumas emborcadas de cabeça para baixo, foram levadas pelas águas.

Algumas foram paradas por árvores, outras, por conjuntos de lojas ou barreiras marítimas.

Em Ibaraki, era possível ver do alto grandes casas flutuando pela enchente, cercadas por dezenas de carros.

Um navio com 100 pessoas a bordo foi virado pelo tsunami na costa, segundo a agência Kyodo. Ainda não se sabia o destino dos passageiros

As autoridades japonesas disseram que um trem de passageiros desapareceu depois da passagem do tsunami, informou a Kyodo.

O trem da East Japan Railway Co. se encontrava perto da estação de Nobiru, no percurso que liga Sendai a Ishinomaki, quando


Para mais informações ascese: http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/

Desastres !!!

Nos últimos dias podemos acompanhar na TV, radio e em muitos outros lugares noticias sobre o Japão e sobra a região serrana do Rio de Janeiro.
No Japão a catástrofe foi muito pior, com uma intensidade muito maior do que na região serrana.

Eles estavam preparados para isso?
Sim, o Japão estava já preparado para isso, mais o terremoto veio com uma intensidade muito maior, e logo depois foram surpreendidos por uma tsunami.
Não, a região serrana sabia dos riscos mas mesmo assim não estavam preparados para o que aconteceu.

Ai segue algumas fotos dos locais que foram atingidos.

(....)